Dia 18 Manuel e eu estamos indo para Estados Unidos da América, iremos passar em Miami e depois seguir para Houston e depois irmos para Bryan, cidade onde a Paula mora, irmã de Manuel. Estou muito feliz por que eu quero muito praticar meu inglês, quero muito conhecer tudo. Amor e eu estamos montando nosso plano de viagem, vendo para onde iremos. Já temos bastantes lugares. Nó não vamos para New York mais só o fato de eu ir para lá, já me satisfaz. Para o longo vôo eu comprei dois livros. Um que há anos eu tenho curiosidade de ler, O doce veneno do escorpiãocom Bruna Sufistinha, siiiim! é velho pra CAARAMBA mais eu sempre tive vontade de lê-lo. E o outro da minha “amiga” Tati Bernardi, a mulher mais louca que existe! adoro TOOODOS os textos dela. A Tati acabou de lançar seu segundo livro, Tô com vontade de uma coisa que não sei o que. Sou sua fã.

O doce veneno do escorpião

O doce veneno do escorpião: Bruna Surfistinha é a principal personalidade da internet brasileira hoje em dia. Seu blog (www.brunasurfistinha.com) é visitado diariamente por quase 15 mil internautas que se deliciam com os relatos picantes dos programas que ela faz com homens, mulheres e casais em seu flat. Todos os programas (que podem chegar a seis num dia!) são descritos e Bruna ainda criou uma cotação para o desempenho do cliente. Bruna conta também em detalhes as festas que participou em clubes de swing.
Sem medo de mostrar a cara, a garota de programa foi entrevistada em emissoras de rádio, programas de TV e revistas de circulação nacional. Só que muitas histórias ficaram guardadas e só são reveladas agora em O Doce Veneno do Escorpião. Você vai conhecer detalhes reveladores da menina de classe média alta que trocou os finais de semana com a família no Guarujá para se prostituir aos 17 anos. O livro traz ainda um diário secretíssimo de Bruna Surfistinha, com as histórias mais ousadas que ela não teve coragem de publicar no blog. O diário, com 36 páginas negras, vem lacrado. Por fim, Bruna também dá pequenas lições para uma mulher de como conquistar o homem, e jamais perdê-lo para uma garota de programa.

Tô com vontade de uma coisa que não sei o que.

Tô com vontade de uma coisa que não sei o que: De vontades que não podia entender e outras tantas sensações, tão familiares à qualquer um, Tati Bernardi, autora de A Mulher que não prestava, fez nascer Tô com vontade de uma coisa que não sei o que é, uma reunião de crônicas do cotidiano.
Com um humor pontual, marcado pela riqueza de detalhes, alguns deliciosamente sórdidos, Tati consegue transcrever a vida e suas peculiaridades com uma veracidade quase constrangedora. Como quando fala do maldito manobrista que sempre solta pum no carro, ou do homem comum, que pode ser até agradável e divertido quando o assunto é conseguir sexo. Tati fala de amor, solidão, sucesso, sexo e de todas essas coisas de que são feitas as vidas.
Trecho:
“Tomei a decisão do ano. Depois de muito adiar, pensar, refutar (o que é refutar mesmo?), negar, blasfemar e odiar o mundo, resolvi ir a um psiquiatra.
Na manhã da consulta, tomei um longo banho. Como se estivesse me preparando para um casamento muito esperado. O grande dia havia chegado. Eu finalmente encontraria minha alma gêmea: a minha loucura.
Usei meu sabonete caríssimo de mel puro. Achei que era o caso, afinal, acredito que a minha loucura deva ter um cheiro adocicado, quase enjoado. Uma loucura agradável a princípio, charmosa, daquelas que as pessoas falam “que bonitinha, é louquinha”. Mas depois embrulha o estômago, depois ninguém mais quer ver na frente. A louca mel.
Usei meu novo terninho rosa. Achei que uma aparência limpinha e certinha vai bem com uma loucura dessas profundas e perigosas. A louca de preto e tatuada é só uma rebelde maleta. Mas a louca de terninho rosa pode acabar com a sua vida. Eu estava incrível.
Eu sabia que ia me perder. Tinha certeza. Nunca tinha ouvido falar naquela rua estranha, naquele bairro longe, perto daquela avenida a que nunca vou. Mas não quis olhar no mapa. Me neguei. O atraso me daria um semblante desesperado e uma entrada triunfante. Posso ser louca, mas jamais serei uma louca humilde. Se é pra ser louca eu quero pa-rar aquela clínica. Quero ser a louca do ano. Do bairro. Do país. Da história.(….)”

Mudando de assunto…

Fim de semana passado amor e eu fomos para o Boteco VIP- boteco de uma amiga nossa, a Luciana -, a comida é deliciosa, quem poder ir vá, pois não se arrependerá.

Dafne no post passado me pediu para eu colocar a foto com a bolsa que eu comprei na Andarela, Dafne no próximo post eu juro que coloco. Não coloquei agora porque eu estou com preguiça de ir tirar a foto, você acredita? No próximo post eu juro que coloco.