PUTA QUE PARIU! O firefox deu erro e agora estou eu fazendo tudo de novo o post!
Depois da novidade do beeeebi eu ando procurando comprar sapatinhos e/ou rasteiras, mais eles (os sapatinhos) sempre vencem. Sabado depois de quase organizar toda a casa com a ajuda da minha super diarista Neuza, Manuel e eu fomos no Fashion Mall Assistir Anjos e Demônios.
Sinopse: Quando Langdon descobre evidências do ressurgimento de uma irmandade secreta milenar conhecida como Illuminati – a
mais poderosa organização secreta da história – ele enfrenta ainda uma ameaça fatal à existência do inimigo mais desprezado pela organização secreta: a Igreja Católica. Quando Langdon descobre que o relógio está tocando sem parar numa bomba preparada pela Illuminati, ele pega um avião para Roma, onde une forças com Vittoria Vetra, uma bela e misteriosa cientista italiana. Embarcando numa caçada sem trégua e repleta de ação através de criptas fechadas, catacumbas perigosas, catedrais vazias e indo até ao coração do mais secreto túmulo do planeta, Langdon e Vetra percorrerão uma trilha de 400 anos de existência e símbolos milenares que representam a única esperança de sobrevivência do Vaticano.
O filme éééé…. Misterioso! Muito bom!
Saído do cinema, amorow and me passeamos no shopping e eu acabei comprando dois novos sapatinhos! Falando que nem a Becky Bloom, estou fazendo um investimento para o baby, pois para seu bem estar eu preciso estar bem confortável.
1) Velho! Arezzo Verde com borboletas bordadas.
2) Novo! Arezzo Vermelho couro vermelho.
3) Quase novo! Usei umas três vezes. Luz da Lua de onçinha.
4) Quase novo! Comprei junto com o de onçinha. É verde.
5) Novo! Mr. Cat cinza.
As vezes eu fico com calo com eles. Melhor dizendo quase sempre! Mais daí eu penso… Um dia meus pés terão que se acostumar.
E no post anterior… foi culpa da Dafne eu pular o número 18 do meme. rs.
Meme que a Dafne indicou a Lia e que eu roubei da Lia.
Dafne amorah, você tem todos os créditos aqui viiiu? Bejo!
Esse fim de semana eu tirei para ir ao cinema. Como eu estou de reformas, nada melhor do que um cineminha para relaxar. No sábado eu ia assistir o filme de Wolverine mais todas as salas já estavam cheias, aí fui para a sala Eu odeio dia dos namorados (I hate valentine’s day). A sala estava cheia também e amor e eu iriamos ficar separados, mas quando sentamos um casal trocou de lugar conosco e acabamos ficando juntos. E no domingo assistimos o X-men Origens: Wolverine.
Sinopse: Genevieve é uma mulher que adora flores e o Dia dos Namorados. Quer dizer, adora porque isso incrementa as vendas de sua floricultura. No fundo, ela detesta relacionamentos. Em muitos romances anteriores, ela acabou machucada e por isso optou por manter apenas casos, deixando os homens distantes de seu coração. O amor se tornou um jogo para ela, e a vitória é garantida já que nunca se envolve o suficiente. Quando conhece Greg, um homem bonito e agradável, Genevive tenta ensinar suas artimanhas contra o relacionamento duradouro, mas os dois acabam se envolvendo mais do que deveriam – ou gostariam.
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Eu achei o filme muito bom, só teve um detalhe: a atriz Nia Vardalos (Genevieve) é estranha. Não sei se é o jeito dela atuar, mais eu achei ela um pouco forçada.
Sinopse: O longa conta a história do passado violento e romântico de Wolverine (Hugh Jackman), de seu complexo relacionamento com Dentes de Sabre (Liev Schreiber), e do ameaçador programa Arma-X. Wolverine encontra muitos mutantes pelo seu caminho, tanto familiares quanto novos, incluindo aparições surpresas de várias lendas do universo dos X-Men. (Excelente)
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Hoje é a estreia do filme Os delírios de consumo de Becky Bloom, e eu já fui no cinema, weee! E como eu que, antes de terminar o livro já estava louca para ver o filme, não deixe de ir a primeira sessão do filme aqui no leblon. Hoje em pleno feriado, quando deu 13:00hrs eu corri para o shopping para assistir o filme às 14:00 hrs.
Atire a primeira pedra a mulher que nunca comprou algo absolutamente desnecessário simplesmente porque a aquisição em questão estava com um preço imperdível. Agora imagine uma pessoa cuja vida gire em torno de liquidações, promoções, bazares e congêneres. Que seja capaz de abandonar um compromisso de trabalho porque encontrou a écharpe de sua vida. Que tenha inúmeros cartões de créditos e guarde um exemplar de emergência em lugares como um bloco de gelo. E que, mesmo com um contracheque minguado (e faturas se acumulando em casa), não pare de comprar roupas e acessórios. Essa é Becky Bloom, uma compradora compulsiva no último grau.




Patético ou não, quando vi o filme me identifiquei. Mas afinal de contas, em tempos de consumismo, quem não se identifica? Quem nunca consumiu além da conta? Beibi quem diga algo sobre mim. Meu consumismo se resume em vários itens básicos e vitais: roupas, bolsas, make up, perfumes… Mas confesso que não posso ver uma bolsa, esse com certeza é meu maior pecado.
O prólogo de “Ele Não Está Tão a Fim de Você”, do diretor Ken Kwapis, já diz muito o que precisamos saber sobre a trama do filme. Não importa se uma mulher viva em Nova York ou numa aldeia na África, ela tem a necessidade de saber todas as razões sobre o por quê da maioria dos relacionamentos amorosos dela não dar certo. Neste sentido, o consolo ou o conforto vem sempre de frases batidas, como “o problema é que ele não consegue se comprometer”, “ele acaba de sair de um relacionamento sério”, “ele lhe ignora porque, no fundo, gosta de você”, entre outras.
Baseado no best-seller escrito por Greg Behrendt e Liz Tuccillo (que foi roteirista do seriado “Sex and the City”), “Ele Não Está Tão a Fim de Você” tem como protagonista a jovem Gigi (a adorável e talentosa Ginnifer Goodwin, do programa “Big Love”). Ela está em busca de um grande amor e, no decorrer do filme, acompanharemos os encontros, desencontros e os mal-entendidos dela com os homens. A história de Gigi desencadeia a de tantos outros personagens (os quais são interpretados por Bradley Cooper, Jennifer Aniston, Jennifer Connelly, Scarlett Johansson, Ben Affleck, Justin Long, Kevin Connolly e Drew Barrymore) que possuem relacionamentos com o amor tão complicados quanto os da protagonista.
O gênero de comédia romântica se apoia em um formato um tanto rígido, em que o ponto alto é aquela reviravolta do terceiro – e final – ato, a qual nos deixa suspirando e sonhando com a ideia do “felizes para sempre”. “Ele Não Está Tão a Fim de Você” tenta não seguir qualquer fórmula e nos relata que, no amor, o importante é manter a esperança, deixar a porta aberta, não ter medo de largar o que nos traz infelicidade e começar tudo de novo e, principalmente, não ficar encucando demais com as coisas – afinal, o amor é um dos poucos sentimentos que nasce de uma forma natural, e não forçada. O resultado é um filme que nos deixa felizes, afinal mostra momentos que agradam aos românticos incuráveis e retrata instantes que não deixam frustrados aqueles que ainda têm que viver um grande amor.


