Estamos em dezembro iiiiiiissah! Chega todo mundo que me visita deve saber how long i’m waiting for december né verdade? Vamos lá deixe eu explicar tudo que esta acontecendo aqui.
Hoje se o apartamento que Manuel e eu estávamos comprando tivesse dado certo a gente estaria em plena mudança. Estávamos esperando até agora pela aprovação do banco para podermos mudar, e fomos avisados semana passada pela nossa gerente que o apartamento não é uma boa compra. O dono esta com um problema (dívidas) e o apartamento seria penhorado caso ele não pagasse. Melhor dizendo, fique arrasada porque esperei até agora para nada. Deixamos tudo planejado, fizemos tudo que estava ao nosso alcançe para comprar aquele bendito apartamento e na hora mais esperada ouve esse problema. Esse fim de semana fomos dar uma olhada em outro apartamento e até encontramos um lindo, maaaaas com certeza agora não será um bom momento devido ao meu estado.
No sábado fomos comprar os móveis para o quarto do João e pelo menos isso me deixou alegre. O berço, a cômoda e a cadeira de amamentar estão PERFEEEEITAS! Estarão chegando dia 07. Não comprei guarda-roupa ainda para ele devido a essa bagunça do apartamento. Aqui onde a gente mora em todos os quarto tem seu guarda roupa aí não precisaríamos comprar, sendo que, são cor de madeira e eu quero tudo BRAAAANCO para o quarto do beeeibi João. Vamos deixar para comprar só depois de vermos o que iremos fazer. Se ficamos, se saímos, se alugamos, se compramos…
Enquanto o bebê for um recém-nascido ele irá ficar no nosso quarto. Próxima semana ficará tudo arrumado (eu espero). E será nesse tempo que Manuel e eu deveremos ver o que fazer sobre os nossos planejamento de um APT nosso. Já estou falando com pintores e lavando todas as coisas do João. Já fiz malas e a pré-internação.
Em relação aos meus posts de quanto tempo falta para o João nascer não levem muito em consideração por que o João irá nascer, conforme o planejado, no máximo dia 20 deste mês (eu espero) e não em 4 semanas. Estou com 36 semanas e como eu já disse eu estou planejando a chegada dele antes do natal. Se ele não vier por livre e espontânea vontade (rs) nós iremos induzir o parto para normal ou cesariana. De inicio tudo diz que será normal, mas vamos ver, porque eu realmente não sei.

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O obstetra poderá considerar uma indução como alternativa quando achar que não vale a pena esperar mais pelo início natural do trabalho de parto, e antes de partir para uma cesariana. Veja abaixo algumas situações em que a indução é indicada:
• A gravidez ultrapassou a data provável do parto (gestação pós-data), o que pode aumentar o risco de haver problemas para você e o bebê. A placenta pode, por exemplo, repassar menos nutrientes para o bebê, aumentando o risco de o bebê morrer dentro do útero ou de nascer com uma série de complicações. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses riscos só existem depois das 42 semanas de gravidez, mas os médicos brasileiros preferem adotar uma postura mais cautelosa e em geral desaconselham que a gestação passe das 41 semanas.
Além disso, se o bebê crescer demais, o trabalho de parto tende a ser prolongado, e mãe e filho correm risco maior de ter algum ferimento durante um parto vaginal.
• A bolsa se rompeu, mas o trabalho de parto não começou por conta própria. Se o bebê não nascer logo (em até 24 horas), aumenta o risco de infecção no útero, que pode ser perigosa para o bebê. Quando a bolsa estoura, em vez de fazer logo a cesariana, o médico poderá optar por uma indução. É possível até esperar um pouco para ver se o trabalho de parto começa naturalmente: pesquisas mostram que em 70 por cento dos casos as mulheres dão à luz naturalmente até 24 horas depois do rompimento da bolsa.
• A mãe tem alguma doença crônica ou aguda, como hipertensão, problema renal ou diabete (nessas situações, no Brasil, muitos médicos podem optar direto pela cesariana, mas em outros países a indução é adotada rotineiramente).
Como se induz o parto?
Isso depende muito das condições do colo do útero. Se ele não começou a afinar ou a dilatar é considerado “imaturo”, e o médico poderá usar hormônios ou métodos mecânicos antes da indução. Às vezes só isso acaba dando início ao trabalho de parto também. Entre esses métodos estão o rompimento artificial da bolsa (um procedimento desconfortável, mas que não chega a ser dolorido) e exames de toques mais vigorosos.
Caso o trabalho de parto não comece, uma vez que o colo do útero esteja “maduro”, será administrado por via intravenosa um hormônio sintético, a ocitocina, que já é naturalmente produzida por seu corpo durante o trabalho de parto espontâneo. Se o colo do útero já estava anteriormente dilatado e fino, o hormônio é aplicado imediatamente.
E se a indução não funcionar?
Pode ser que a indução provoque contrações que não cheguem a ser eficientes na dilatação do seu colo do útero. Os médicos vão acompanhar o avanço do trabalho de parto, sempre monitorando os batimentos cardíacos do bebê, e podem decidir fazer uma cesariana.
Mulheres submetidas à indução também têm maior probabilidade de precisar de fórceps ou vácuo extrator para ajudar o bebê a sair no parto vaginal, se comparado com o parto sem estímulo hormonal.
Existe também o pequeno risco de a ocitocina superestimular o útero, reduzindo o suprimento de oxigênio para o bebê e, na pior hipótese, provocar o rompimento do útero. Esse risco é maior quando a mulher já se submeteu a uma cesariana ou a alguma outra cirurgia no útero antes, por isso os médicos na maioria das vezes preferem não usar a indução se a grávida tem histórico de cesárea anterior. (Leia mais sobre parto normal pós-cesárea.)